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Recomendação de ingestão


Apesar do uso frequente do alho em várias preparações culinárias, sua importância como alimento funcional é reduzida, pelo fato de seu uso ocorrer principalmente como condimento em pequenas quantidades (MARCHIORI, 2009).
A forma de utilização do alho é fundamental para que haja quantidade de fitoquímicos suficiente para sua ação terapêutica. A maioria dos compostos sulfúricos contidos no alho é volátil, o que justifica a necessidade de consumir o alho cru ou imediatamente após o preparo, sem ação do calor ou de qualquer outro tipo de tratamento térmico, evitando assim, a diminuição da concentração dos fitoquímicos sulfurados (MARCHIORI, 2009; RODOVALHO, 2008).
Ainda não há consenso quanto à recomendação de alho que deve ser consumida, mesmo porque sua recomendação depende da utilização terapêutica em questão. Apesar disso tanto o Ministério da Saúde do Canadá bem como a Comissão e da Agência Federal Alemã de Saúde (correspondente a FDA americana) sugerem que a ingestão de 4 g de alho cru ou 8 mg de óleos essenciais são suficientes para a prevenção de fatores de risco cardiovasculares, redução da glicose sanguínea e da lipoproteína de baixa densidade (LDL), aumento da lipoproteína de alta densidade (HDL) e prevenção do câncer. E a American Dietetic Association (ADA) indica o consumo de 600-900 mg de alho por dia. Essas quantidade equivalem ao peso médio aproximado de 1 dente de alho cru (MARCHIORI, 2003). Segundo a literatura pesquisada não foi encontrado nenhum consenso sobre a ingestão diária recomendada no Brasil. 

Fonte: Alho: alimento e saúde 

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